A Polícia Civil do Rio de Janeiro, por meio DEAC (Delegacia de Acervo Cartorário), prendeu na noite de segunda-feira (20) um traficante de alta relevância no CV (Comando Vermelho), em Guarapari, no Espírito Santo. Esta atuação reflete o empenho das forças de segurança no combate ao crime organizado.
Carlos Gomes de Carvalho Junior, conhecido como “Juninho do Mandela”, vinha sendo monitorado há cerca de três meses pelo trabalho de inteligência da delegacia. O esforço da polícia demonstra a contínua vigilância sobre figuras chave do tráfico de drogas, mesmo longe de seus redutos habituais.
Ele foi identificado e localizado em Meaípe, uma vila tradicional de pescadores na cidade. No momento da operação, os agentes constataram que ele utilizava um documento falso.
Veja o momento da captura:
A polícia cumpriu um mandado de recaptura contra o criminoso relacionado a ações de tráfico. Apesar de estar fora do Rio de Janeiro, o traficante continuava se envolvendo na facção, repassando ordens e mantendo comunicação com seus pares na tentativa de evitar a captura pelas autoridades.
Ações do Criminoso
De acordo com a polícia, Carlos Gomes é apontado como um dos envolvidos no ataque à 25ª DP (Engenho Novo), ocorrido em 2012 no Rio de Janeiro. Esse episódio foi um dos diversos eventos que mostraram o nível de organização e a ousadia do CV na execução de seus planos. A prisão de Gomes é um passo significativo no desmantelamento das operações desta facção.
Implicações da Captura
A prisão de “Juninho do Mandela” representa não apenas a detenção de um indivíduo, mas uma vitória para as autoridades na luta contra o tráfico e as organizações criminosas. As estratégias implementadas pela DEAC têm sido cruciais para desarticular a liderança do CV fora de suas regiões tradicionais.
Resposta da Polícia Civil
As operações de inteligência e a capacidade da polícia em atuar rapidamente demonstram um comprometimento em erradicar as atividades do tráfico. A Polícia Civil do Rio de Janeiro continuará suas investigações a fim de identificar outros membros da facção e evitar que continuem a operar longe de seus âmbitos de influência.
*Sob supervisão de Carolina Figueiredo



