Política

Um a cada 13 eleitores votará para governador no 2º turno

Um a cada 13 eleitores votará para governador no 2º turno

Um a cada 13 eleitores voltarão às urnas no próximo dia 25 de outubro, durante o segundo turno das eleições estaduais 2026, de acordo com dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

No Brasil, mais de 158 milhões de eleitores aptos devem comparecer às urnas para escolher o próximo presidente. Em seis estados, os cidadãos também decidirão quem assumirá seus governos estaduais.

Neste ano, 21 governadores foram eleitos no primeiro turno, com 11 deles sendo reconduzidos ao posto. O Rio de Janeiro, que inicialmente teria segundo turno, viu Douglas Ruas (PL) ser eleito em primeiro turno após uma decisão do TSE e uma retotalização realizada pelo TRE-RJ.

Os estados que aguardam a definição dos seus governantes são: Acre (614.375 eleitores), Amazonas (2.801.182), Distrito Federal (2.253.132), Espírito Santo (2.990.490), Rio Grande do Norte (2.660.565) e Tocantins (1.182.307).

Confira os candidatos aos governos:

Os candidatos ao Planalto Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também disputam o segundo turno. Após a apuração de 100% das urnas, Flávio recebeu 47,03% dos votos, enquanto Lula ficou com 45,16%.

Desdobramentos no Rio de Janeiro

No último domingo (4), 20 governadores foram eleitos, mas, após decisão do TSE de anular os votos de Anthony Garotinho (Republicanos), Douglas Ruas (PL) foi declarado eleito em primeiro turno. O ex-prefeito Eduardo Paes (PSD), que disputaria com Ruas, chegou a recorrer ao STF, mas teve seu pedido negado.

A retotalização foi realizada pelo TRE-RJ sob a ordem do TSE, que anulou os votos. Como resultado, Ruas obteve 50,88% dos votos válidos, contra 44,16% de Paes.

O processo de retotalização altera o cálculo matemático dos votos válidos, não sendo uma recontagem, mas uma atualização conforme diretrizes da Justiça Eleitoral. Garotinho, que estava em candidaturas sub judice, correu o risco de ter seus votos anulados.

O relator Floriano de Azevedo Marques determinou que Garotinho estava com direitos políticos suspensos, não cumprindo as condições de elegibilidade para as eleições deste ano.

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