A operação policial que visa desarticular organizações criminosas no Rio de Janeiro resultou na morte do traficante conhecido como “Jiló dos Prazeres” e de outros cinco suspeitos. A ação, realizada pela PMERJ, mobilizou efetivos nas comunidades do centro da cidade nesta terça-feira (18).
Durante a operação, sete ônibus foram usados como barricadas no Rio Comprido, e um deles foi incendiado na Avenida Paulo de Frontin, em retaliação aos policiais. Essa situação causou desvios em dez linhas de ônibus na região, impactando o transporte público local.
Desvios e interdições na operação
As linhas de ônibus afetadas incluem itinerários como Santa Alexandrina x Castelo e São Conrado x Terminal Gentileza. Além disso, há interdições nas ruas Itapiru e Barão de Petrópolis. A Prefeitura do Rio aconselha motoristas a evitarem essas áreas durante a ação policial.
Objetivo da ação policial
A operação tem como meta desmantelar redes envolvidas em roubo de veículos e tráfico de drogas. As incursões ocorrem em várias comunidades, incluindo Prazeres e Fallet. Com a participação de pelo menos 150 policiais, a ação está estruturada em três fases, começando pela intervenção e culminando na desmobilização das equipes.
Quem era Jiló dos Prazeres?
Claudio Augusto dos Santos, o “Jiló dos Prazeres”, era um dos principais nomes do tráfico no Morro das Prazeres. Ele respondia por diversos crimes graves e possuía quatro mandados de prisão em aberto. Sua morte durante o confronto marca um momento significativo na luta contra o tráfico na cidade.



