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Estupro coletivo em Copacabana: Justiça busca responsabilizar autores.

No fim de janeiro, um crime chocante aconteceu em Copacabana, envolvendo suspeitos de estuprar coletivamente uma adolescente de 17 anos. Um dos envolvidos, Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos, é filho do subsecretário de Governança do Rio de Janeiro, José Carlos Costa Simonin.

Vitor, que é considerado foragido, está sendo procurado pela polícia. Seu pai ocupa cargos significativos em conselhos relacionados a ações sociais e segurança pública no estado. O caso levanta questões sobre a responsabilidade e as consequências para pessoas em posições influentes, especialmente em crimes tão graves.

O governo do Rio de Janeiro repudiou a violência contra a adolescente e afirmou que a Secretaria de Estado da Mulher está oferecendo suporte à vítima e à sua família. Em uma declaração publicada nas redes sociais, a secretária estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Rosangela Gomes, comentou sobre seu compromisso com a defesa dos direitos das mulheres, destacando que sua gestão é voltada para o combate à violência.

O Caso em Detalhes

A investigação revela que cinco jovens, incluindo Vitor, foram indiciados pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. Quatro dos suspeitos são maiores de idade, enquanto um deles é um adolescente. Os envolvidos teriam premeditado o ataque, atraindo a vítima ao apartamento do ex-namorado, onde ela inicialmente teve um relacionamento consensual.

Contudo, outros quatro jovens invadiram o quarto. A adolescente reagiu, mas foi agredida e passou por um ato de violência sexual. Câmeras de segurança do prédio registrarão a entrada e saída dos indivíduos, e a vítima conseguiu registrar uma ocorrência após o ataque. Um exame confirmatório revelou lesões e evidências de agressões.

Medidas Adotadas pelas Instituições

As instituições de ensino dos suspeitos também reagiram ao fato. O Colégio Pedro II confirmou a demissão de dois alunos envolvidos, enquanto a UNIRIO suspendeu cautelarmente Bruno Felipe dos Santos Allegretti, estudante do curso de Ciências Ambientais. Essas ações refletem a gravidade da situação e a necessidade de responsabilidade institucional em casos de crimes sexuais.

A defesa de João Gabriel afirmou que a jovem consentiu com a presença dos outros no quarto, mas essa alegação gerou polêmica, dada a natureza das acusações. O caso segue em investigação, e as autoridades buscam responsabilizar os envolvidos de acordo com a lei.

A secretária Rosangela Gomes postou um pronunciamento sobre o caso. • Reprodução – Redes Sociais
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